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SINAIS DE EVOLUÇÃO NA STOCKCAR

Depois de dois finais de semana para se esquecer, Popó Bueno e César Ramos começam a subir de produção. Cavaleiro Sports marca seus primeiros pontos e vai para Curitiba com alguma sensação de alívio. A equipe Cavaleiro Sports veio para a temporada 2015 do Circuito Schin Stock Car com uma formação diferente e boas expectativas para o campeonato. Trouxe o veloz gaúcho César Ramos para fazer sua estreia em carros de Turismo e contratou um piloto de bagagem e experiência em Popó Bueno – uma boa combinação, portanto. O começo do ano para o time, no entanto não foi dos mais auspiciosos.

 

Ramos e Bueno abandonaram a corrida inaugural em Goiânia, mas Popó mostrou que o carro é rápido ao marcar o terceiro melhor tempo da classificação – foi desclassificado depois de um problema relacionado ao peso do bólido. Em Ribeirão Preto a dupla também não saiu do zero em um fim de semana problemático para a equipe.

No Velopark, expectativas contidas por causa das características do circuito, curto e com raros pontos de ultrapassagem. As coisas começaram a mudar quando César Ramos fez o sétimo melhor tempo na sessão classificatória provando, de fato, que a velocidade dos carros preparados por Beto Cavaleiro está lá. Popó enfrentou um problema no treino e largou do fim do pelotão.

Na primeira corrida, um pneu furado permitiu que Ramos desse não mais do que seis voltas, abandonando a disputa. “Foi uma pena, mas temos que pensar no ótimo trabalho que fizemos na classificação e estamos trabalhando para sermos ainda mais competitivos em Curitiba”, afirmou o gaúcho.

Coube a Popó Bueno pensar em uma estratégia diferente e pensar na segunda corrida. O sacrifício veio na questão de economizar nos push to pass e fazer um pit stop para a troca dos quatro pneus de seu carro. Tudo para otimizar o potencial de sua máquina na segunda bateria, quando todos os outros já estão em ritmo mais conservador.

Na medida do possível em um traçado curto e com poucas chances de ultrapassagem, Popó ganhou espaço e trouxe alívio à equipe ao marcar os primeiros pontos do time. O 11º lugar lhe deu os quatro primeiros pontos da temporada. “O final de semana havia começado mal na classificação. Tínhamos um carro competitivo, mas acabamos largando do fim do pelotão. Na primeira prova ganhei as posições que tinha de ganhar, mas fiz uma escolha por uma estratégia diferente. Parei, troquei pneus para tentar ir bem na segunda”, explicou.

“Eu tinha um carro muito mais rápido do que quem estava com pneus desgastados. O push facilita mas também dificulta as coisas, porque se outro piloto economiza e os dois acionam na mesma volta, ambos acabam perdendo tempo nas tentativas. Fiquei muito tempo atrás do (Felipe) Lapenna. Mas está bom só de fazer alguns pontos. Na próxima já não serei mais o primeiro a entrar na pista para a classificação, e isso já dá um alívio”, finalizou.

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