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TOP TEST: Hilux Toyota SW4, força e conforto

A Hilux SW4, em muitos casos, é a referência da categoria. Historicamente, ela figura entre os modelos mais vendidos, frente a seus concorrentes diretos. Pesando 2.020 kg e com comprimento de 4,7 metros, esse é um veículo pronto para a aventura. Sua altura em relação ao solo é de 22 cm. O ângulo de ataque é de 30°, enquanto o ângulo de saída é de 25°.

A Toyota no Brasil faz mistério sobre o ângulo de rampa da SW4. Mas em literaturas internacionais é informado um ângulo de rampa superior à 25°. E a Inclinação lateral máxima é de 44°.   Acoplamento manual de 4×4   Outro ponto fundamental para a mobilidade no fora de estrada, é o tipo de tração que o carro oferece. No caso da SW4, o veículo usa normalmente tração 4×2 traseira. De forma complementar existe o 4×4, com acionamento mecânico através de alavanca no assoalho.

 

Diferente muitos outros veículos com tração 4×4, a Toyota é extremamente conservadora no método de acionamento da tração. Dispensando os sistemas elétricos e eletrônicos, a Toyota prefere oferecer um modo mecânico, e 100% seguro, para o acoplamento da tração 4×4. Talvez não seja muito confortável, mas é sempre garantido. E para aqueles que fazem críticas ao sistema manual, pergunte à um jipeiro de verdade, qual o motivo do acionamento manual ser melhor. Certamente ele terá uma resposta na ponta da língua! Essa alavanca também faz o acionamento da marcha reduzida. No caso da SW4, o sistema de bloqueio da roda livre é automático.

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Como funciona o 4×4: A topologia do sistema de tração utiliza um diferencial central do tipo Torsen com bloqueio. Assim, quando a tração 4×4 é acoplada, a força do motor é distribuída igualmente em 50% para cada eixo. E para garantir o máximo de tração, o diferencial do eixo traseiro é do usa o sistema de escorregamento limitado, por ação mecânica. Assim, se um das rodas traseiras começar a patinar por falta de tração, o diferencial vai transferir o torque para o outro lado, que tem maior tração.  

Além dos sistemas mecânicos, a SW4 ainda conta com o VSC (controle eletrônico de estabilidade). O VSC permite ao sistema de freio do veículo atuar isoladamente apenas na roda que está girando demais, afim de manter a tração e estabilidade no veículo. Por fim, a SW4 ainda conta com o TRC (controle eletrônico de tração). Esse evita que o motor entregue potência demais nas rodas, em pisos de baixa aderência. Na prática, esse último só atua no modo 4×2. Dificilmente ele entre em operação quando o veículo está com o 4×4 ligado.

Motor e câmbio   Para garantir performance no fora de estrada, a SW4 precisa de um conjunto propulsor igualmente confiável e forte. Assim, ela vem equipada com um motor turbo-diesel D-4D de 3.0 litros – 16V turbo. Além do intercooler, a SW4 conta com turbo com geometria variável. Esse motor traz sistema de injeção direta de combustível tipo “Common Rail”. Esse motor conta com sistema de controle de emissões com funcionamento cíclico fechado, que ajusta a injeção de combustível eletronicamente, favorecendo a redução das emissões de poluentes, por meio da queima completa do combustível antes da sua liberação no escapamento. O sistema ajusta automaticamente a quantidade e o momento da injeção do combustível na câmara de combustão. 

 
Cada injetor de combustível é equipado com um sensor que comunica a pressão do combustível injetado para o computador que gerencia o motor.   A potência máxima não é tão alta assim. São 171 cavalos de potência máxima à 3.600 RPM. Mas o que realmente importa num veículo com habilidades no fora de estrada, é o torque. E esse motor entrega torque máximo de 36,7 kgfm entre 1.400 à 3.200 RPM. Isso sim é muito importante, pois logo acima da marcha lenta, o motor está pronto para entregar toda sua força nas rodas.
 
Considerando que a Hilux também precisa ter uma utilidade e conforto no uso cotidiano, ela vem equipada com um câmbio automático de 5 marchas.   Desempenho   Se no fora de estrada, o modelo faz bem feito, na estrada a SW4 é apenas mediana. Sua velocidade máxima é de apenas 167 km/h. E a aceleração de 0 à 100 km/h acontece em 11,8 segundos. Tais marcas são superadas por alguns concorrentes diretos, com a Trailblazer da Chevrolet, por exemplo. Ainda sim a SW4 reserva uma outra vantagem: é econômica.
 

Na estrada, o modelo consegue chegar até 13 km/l. E com um tanque de incríveis 80 litros, autonomia não é um problema para a SW4. São mais de 1.000 km com um único tanque, se dirigida de forma suave, na estrada!   Interior   A Hilux SW4 é um modelo com interior bastante amplo. Aliás, o modelo é certificado para transportar até sete pessoas. Um porém no projeto do carro é como funcionado o espaço para os dois passageiros da última fileira. São usados bancos que dobram para o lado e para cima. A solução é bem pouco prática, além de exigir muita força. Uma mulher terá grande dificuldade em executar essa manobra nos dois últimos bancos traseiros. Além disso, os bancos ficam ocupando um grande espaço no compartimento de bagagens (na parte superior) quando estão dobrados. Por isso, o espaço é de apenas 180 litros. Essa á uma melhoria que a Toyota precisa pensar rapidamente em promover na SW4. Concorrentes como a Chevrolet Trailblazer e Land Rover Discovery 4 usam sistemas de bancos dobráveis que se escondem no assoalho, quando rebatidos.   Para quem viaja nos bancos da frente, a SW4 é bastante confortável. 

 

O ar-condicionado é automático traz display display digital. O banco do motorista traz ajuste elétrico (distância, inclinação e altura). O volante oferece apenas ajuste de altura. Existe ainda um prático console entre os bancos dianteiros com porta-copos, porta-objetos e descansa-braços. O interior é forrado em couro claro bege, incluindo bancos, volante, manopla de câmbio e laterais das portas. O banco da segunda fileira conta com inclinação do encosto, bastante útil para aumentar o conforto em longas viagens.   E tanto na segunda e na terceira fileira, existem saídas do ar-condicionado pelo teto. Isso realmente ajuda na climatização do interior. Esse sistema de ar-condicionado traseiro independente traz difusores no teto, e o controle de intensidade fica no teto, sobre a segunda fileira de bancos.   Equipamentos   A Hilux SW4 SRV vem de fábrica com um bom pacote de equipamentos. Aliás, tudo é de série. Não existem opcionais na Hilux SW4 SRV. Pra começar, existe um completo computador de bordo com 7 funções: (temperatura externa, consumo médio de combustível, consumo instantâneo de combustível, velocidade média do veículo, tempo de condução, autonomia, bússola).

 Faz parte do pacote rádio com CD Player compatível com MP3. Traz ainda entrada tipo P2 e USB. A tela de 6,1 polegadas é sensível ao toque e oferece sistema de navegação por GPS. Essa central incorpora também câmera de ré, com exibição nessa tela. Aliás, essa central é bastante completa, com diversos recursos interessantes. Suporta conexões de telefonia via bluetooth com microfone localizado no console do teto. O GPS, por exemplo, pode exibir uma tela dividida com uma imagem em ZOOM em modo 2D, e outra em 3D mais distante. Também pode deixar o trajeto realizado com um tracejado. Fica fácil voltar pelo caminho que foi feito na vinda. 

Além do Navegador (GPS), inclui também TV Digital e leitor de DVD. Esse leitor agrega mais conveniência pois inclui função para escolha de idioma, de legendas, de ângulos e tamanhos de imagem, de reprodução em câmera lenta e leitura de arquivos de fotos. Importante ressaltar que tanto a TV quanto o DVD possuem a opção de bloqueio parental, que evita crianças a assistirem conteúdos impróprios para sua idade. Essa seria uma central super eficiente, se não fosse à falta de um processador mais rápido e um sistema touch mais preciso.   Ainda faz parte do pacote retrovisores externos rebatíveis por controle interno com indicação de direção e o retrovisor interno eletrocrômico. O volante vem com os comandos integrados de telefone, áudio e um botão exclusivo para acesso ao computador de bordo. Fecha o pacote os farol baixo do tipo xenon com regulagem automática de altura e lavador (o farol alto usa lâmpada convencional), sistema de acendimento automático dos faróis e controle de velocidade de cruzeiro. 

 
Conclusão   A Toyota Hilux SW4 é um produto para um cliente muito específico. Ela só faz sentido para quem realmente fará uso intenso das funções de 4×4 do veículo. Tudo nela remete para uma situação de uso extremo. Até mesmo a escolha de suas rodas e sistema de freios sugerem isso. A SW4 vem com rodas de liga leve de 17 polegadas, com pneus 265/65. E os freios traseiros são do tipo tambor. Essas são características para maior eficiência no fora de estrada, pois o aro menor permite maior absorção de impactos, enquanto o tambor blindado, mantém sua eficiência em submersão e baixa velocidade.

Alguns concorrentes estão melhor adaptados para o asfalto, pois vem com rodas aro 18 polegadas e freios à disco na traseira, como a Trailblazer. Na cidade, ou uso rodoviário, a SW4 é apenas um produto mediano, sem nenhuma característica que se destaque muito. O preço sugerido para a Hilux SW4 SRV sete lugares é de R$ 189,6 mil.

Estação Ferroviária de Paranapiacaba

Nosso destino Paranapiacaba, é um distrito do município de Santo André, no estado de São Paulo, no Brasil. Surgiu como centro de controle operacional e residência para os funcionários da companhia inglesa de trens São Paulo Railway, companhia esta que operava a estrada de ferro que realizava o transporte de cargas e pessoas do interior paulista para o porto de Santos e vice-versa.

A São Paulo Railway inaugurou sua linha férrea em 1º de janeiro de 1867. Ela, primeiramente, serviu como transporte de passageiros; também serviu como escoamento da produção de café da província paulista para o porto de Santos. Em 1874, foi inaugurada a Estação do Alto da Serra, que, mais tarde, seria denominada Paranapiacaba.

Expresso Turístico na Estação da Luz

No ano de 1898, foi erguida uma nova estação com madeira, ferro e telhas francesas trazidos da Inglaterra. Esta estação tinha, como característica principal, o grande relógio fabricado pela Johnny Walker Benson, de Londres, que se destacava no meio da neblina muito comum naquela região.

Com o aumento do volume e peso da carga transportada, foi iniciada em 1896 a duplicação da linha férrea, paralela à primeira, a fim de atender à crescente demanda. Essa nova linha, também denominada de Serra Nova, era formada por 5 planos inclinados e 5 patamares, criando um novo sistema funicular. Os assim chamados novos planos inclinados atravessavam 11 túneis em plena rocha, enfrentando o desnível de 796 metros que se iniciava no sopé da serra, em Piaçagüera, no município de Cubatão. O traçado da ferrovia foi retificado e suavizado e ampliaram-se os edifícios operacionais. A inauguração deu-se em 28 de dezembro de 1901.
 
Vista Paranapiacaba

A primeira estação foi desativada e reutilizada, posteriormente, como cooperativa dos planos inclinados. A 15 de julho de 1945, a “Estação do Alto da Serra” passa a se denominar “Estação de Paranapiacaba”. A 13 de outubro de 1946, a São Paulo Railway foi encampada pela União, criando-se a “Estrada de Ferro Santos-Jundiaí”. Somente em 1950 a rede passa a unir-se à Rede Ferroviária Federal.

Em 1974, é inaugurada o sistema de cremalheira aderência. No ano de 1977, a segunda estação foi desativada, dando lugar à atual estação. O relógio foi transferido do alto da estação anterior para a base de tijolo de barro atual. A 14 de janeiro de 1981, ocorreu um incêndio na antiga estação, destruindo-a completamente. O sistema funicular foi desativado em 1982. Em 2010, o Correio fez lançamento de selo postal ostentando o patrimônio ferroviário de Paranapiacaba.

Voltamos à capital paulista com nosso dever cumprido para realizarmos mais um TOP TEST, desta vez o teste foi feito com Karina, possui o TrailBlazer.

 

Nome: Karina                                                Idade: 34 anos

Profissão: Gerente Administrativa

Carro que possui: TrailBlazer

Carro testado: Etios

Marca: Toyota  

Modelo: SW4

Motor: 2,0

Ano: 2015

Valor: R$ 129.120

 

Avaliação | Assinale pontuando de 0 à 5 de acordo com sua avaliação:

 

Combustível:    x Gasolina | Etanol | Diesel | Flex

Consumo: 3

Motor: 4

Acústica do motor: 3

Acústica na cabine: 4

Cambio: 5

Suspensão: 1

Espaço Geral: 3    

Do Motorista: 5

Dos Passageiros: 3

Porta Malas: 4

Conforto: 4

Acessórios: 2

Acabamento: 3

Design: 2

Confiança na marca: 5

Compraria:   Sim |  X Não

Por quê?  Tem muito o que melhorar, quem sabe nessa nova geração melhore.

Pontos fortes do Carro:

Dirigibilidade, Acústica e Espaço

Pontos fracos do Carro:

Painel, acabamento, valor, acessórios 

Considerações finais:

O carro é super gostoso de dirigir, mas faltou acessórios que encontro nas concorrentes

Pontuação Final: 3.5 |Três pontos e meio

 

 

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